Condenado a viver 1


EquilibrioNuma mesa de bar, frente aos amigos uma confissão…

Uma confissão que por oras já ouvi de outras pessoas que não sabem ao certo o que fazem por aqui cá nesta vida. Alguns acreditam que a razão seja o dinheiro, outros o amor, a família, o trabalho… As desilusões vêm de quando conseguem o equilíbrio em uma destas áreas (quando não em todas) e descobrem que não sabem ao certo o que estão de fato fazendo aqui… Afinal, qual o propósito da vida?

Aliás, descobrir o propósito de sua existência é uma das tarefas mais árduas que se pode desenvolver; por isso, muitos optam por não se pensar muito no assunto, afinal melhor acreditar que nossa missão seja mesmo o que a sociedade “rotula” como certo e único para um cidadão de bem e/ou ligado ao sucesso material.

Mas, por que mesmo fui condenado a viver, então? Para cumprir a regrinha básica do que é ser uma pessoa feliz? Será mesmo? Será que tal “desenho” de vida é a sua razão de existir? Para qual propósito mesmo fui colocado aqui?

Trabalhar, ganhar dinheiro, comprar casa, encontrar um grande amor, etc e tal podem ser muito bacana, mas convenhamos: é tudo transitório. Alguns conseguem atingir tais objetivos rapidamente, enquanto outros lutam dia a dia para chegar lá, porém convenhamos: De uma forma ou outra vamos chegar lá também. Mas e daí? Acabou? Tudo tão perfeito, equilibrado… Quer dizer que todos lutaram mais ou menos pela mesma coisa, uns conseguem antes, outros depois, outros não conseguiram e ponto? Sem graça, não?!

Pois é… Este é o perigo. Temos a chance de ignorar o propósito de nossa vida ou temos a chance de identificar esta causa que explica a razão da existência de cada um de nós. Quem descobre antes tem certa vantagem…

Para finalizar: Condenado (ou não) a viver é importante distinguir que vai ter mesmo que resolver algumas coisas relacionadas ao trabalho, à família, ao dinheiro, ao amor, etc. Mas, tenha isto em mente: Quando o equilíbrio acontecer (entre as várias áreas da vida) poderá vir a sentir um vazio interior inexplicável (que uns chamam de depressão) caso não identifique seu propósito nesta vida. Daí, então, querer morrer por não entender a verdadeira razão por estar aqui entre nós neste mundo… Será que tem mesmo que sofrer com a condenação que recebeu ou será que tem uma chance impar de entender que viveu o que tinha que viver?

Take care my friends e, escrevam-me caso sintam este vazio que relatei acima.

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Sobre Anderson Camargo

De Campinas-SP, bacharel em Análise de Sistemas e pós graduado em Gestão Empresarial (MBA Executivo). Certificado em ITIL, atua como professor do curso de Ciência da Computação na Faculdade Anhanguera Educacional de Campinas.

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