E se motoristas fossem contratados da mesma maneira que programadores? 41


Carteira de MotoristaSeguindo a dica do @interney via Twitter, reproduzo abaixo o texto publicado originalmente em inglês aqui e traduzido livremente por mim.

E se motoristas fossem contratados da mesma maneira que programadores?

Cargo: Motorista.

Exigências do trabalho: Competência profissional em condução de veículos leves como carros e pesados como ônibus e caminhões, ônibus articulados, bondes, metrô, tratores, escavadoras e pás carregadoras, e tanques pesados atualmente em uso pelos países da OTAN.

Habilidades em Rali e de condução extremas são obrigatórios!
Experiência na Fórmula-1 é um diferencial.

Conhecimento e experiência em reparação de motores de pistão e rotor, transmissões automáticas e manuais, sistemas de ignição, computador de bordo, ABS, ABD, GPS e sistemas de áudio automotivo dos fabricantes conhecidos mundialmente – obrigatória!

Experiência em tarefas de pintura e funilaria de automóveis é um diferencial.

Os candidatos devem ser certificados pela BMW, General Motors e Bosch, mas não por mais de dois anos.

Compensação: R$ 15 – R$ 20/hora, dependendo do resultado da entrevista.

Exigências da instrução: Bacharel em Engenharia Mecânica.

* * * * * *

Seria complicado para um profissional deste seguimento conseguir trabalho igual está sendo hoje para os programadores. Que tal enviar este texto para cada recrutador que publicar uma vaga com exigências absurdas e salários pífios?

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Sobre Fernando Fonte

De Campinas-SP, bacharel em Ciência da Computação. Atua como Analista Programador em uma empresa de tecnologia. Tem experiência no desenvolvendo de softwares para comunicação e controle de hadware via porta serial e sistemas ERP. Possui conhecimento em sistemas operacionais Windows, programação Delphi e Visual Basic 6 e Banco de Dados SQL Server e MySQL. Atualmente estuda C# e Android. Tem interesse em Jogos, Celulares, Smartphones, Notebooks e tudo que for relacionado a tecnologia. Fundador deste site e editor chefe, convidou amigos para lhe ajudar com este projeto.

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41 pensamentos em “E se motoristas fossem contratados da mesma maneira que programadores?

  • Gil Belei

    Senhores, atualmente eu tenho participado de algumas oportunidades e o que notei é que o pessoal de RH não deve realizar entrevista técnicas, a ultima foi na Lojas Rede a menina do RH que me atendeu não tinha a menor noção sobre o que era analise e o que era desenvolvimento, tive que explicar fazendo analogias. O pessoal de RH deve sim explorar o pessoal, emocional e testes vocacionais. Mas uma pessoa preferencialmente um gestor com habilidades tecnica quem deve realizar a descrição do cargo e conduzir a entrevista tecnica, pois ele sim sabe da real necessidade da empresa contratante. É notório que algumas vagas dispostas em sites de recrutamento são simples CTRL + C e CTRL + V, e essas acabam por não ter sucesso na capitação do profissional por dois motivos, ou poucos enviam ou todos enviam e eles recebem todo o tipo de currículo.

  • Odilon Pmentel

    Senhores e senhoritas,

    Não querendo dar um de guru, mas o futuro para nossa área é certa.

    GREVE!
    com profissionais a favor e outros contra!

    Logo logo teremos a tão famosa greve gerada a partir de toda essa revolta que hoje sonda os corredores dos profissionais de T.I.
    E assim como bancários apoiam uma reformulação nos salários, profissionais de T.I. podem muito bem, dentro de uma sociedade Democrática, mesmo que seja Democrática só na "teoria", apoiar uma reforma salarial e uma clareza/coerência nas exigências de cargo/atividades.

    Para mim não me assustaria, em acordar com mais uma nóticia de Greve, só que agora no setor de Tecnologia da Informação.

  • Marcelo Mendes

    Caros Colegas,

    A Fórmula é simples, a empresa exige um monte de qualificação mas na verdade a pessoa (SE) contratada não usará nem a metade daquilo que eles exigem!

    Basicamente a empresa exige um monte só pra você NÃO se sentir 100% qualificado, ai te oferecem uma mereca e você aceita!

    CLARO QUE QUANTO MAIS CAPACITADO MAIS CHANCES VOCÊ TERÁ, MAS QUE AS EMPRESAS EXIGEM ALÉM DAQUILO QUE REALMENTE PRECISAM SÓ PRA TE REBAIXAR….ISSO TENHO VISTO NA PRÁTICA…

  • @japa2003

    Estudamos durante anos para que tenhamos embasamento para atuar em qualquer área de TI e se nesse mesmo período não nos especializarmos nas ferramentas da moda, infelizmente estamos fadados ao fracasso.

    • Rodrigo

      Isso vale para qualquer profissão. Ou você vende sua força de trabalho a um empregador ou você cria seu próprio negócio. No primeiro caso, o sucesso depende de você oferecer o que o empregador deseja. No segundo caso, de oferecer o que seus clientes desejam. Sucesso profissional está diretamente ligado à capacidade de entregar o que OUTROS precisam. Essa é a diferença entre profissão e hobby. Se o cara cursa TI como hobby e só faz o que gosta, independente do que os outros gostam e estão dispostos a valorizar financeiramente, não reclame do mercado.

      • Marco

        Rodrigo, perfeito! A verdade é que em qualquer profissão é preciso acompanhar a sua evolução. Ex: Engenheiros hoje precisam dominar o AUTO-CAD, meu tio com mais de 30 anos de experiência, passou a maior parte do seu tempo de trabalho sem usar esta ferramenta, pois não existia. Agora ela é obrigatória! Eu mesmo, quando iniciei em TI, não chamava TI, programador era nível técnico, Cobol, Pascal, Fortran, Mumps e basic eram as linguagens usadas no mercado. Alguem com menos de 30 anos de idade já trabalhou com pelo menos uma destas? That's the way it is!

  • Rodrigo

    São sete dígitos mesmo. Afinal, centavos integram o valor da remuneração (suponha contra-cheque de R$12.345,67). Mas o ponto relevante é que tem programador ganhando mais de dez mil.

    • Fred

      Entendi, corrigindo então, meu salário tem 6 dígitos. Programador/desenvolvedor de software ganhando 7 dígitos deve ser bem especialista, tipo trabalha com aquelas linguagens que quase ninguém sabe trabalhar como Cobol ou outra (neste caso comparado ao montante imagino que não são muitos), ou deve ser do setor público. Não consigo ver uma outra situação que um programador ganhe tão bem.

        • Rodrigo

          @Fernando: Eu tinha visto, bastante interessante. Lembrando que os salários apontados são médios. Ou seja, na "vida real" há flutuação para cima e para baixo e pontos bem fora da curva. Mas a referência é bem bacana.

          @Fred: sim, os que ganham acima de 10k como programadores que conheço são especialistas em nichos bem definidos (não exatamente do setor público mas *para* o setor público). Acredito que em outras áreas extremamente especializadas (equipamentos médicos, sistemas críticos em indústrias etc) a realidade seja semelhante. Mas é como falei antes: são áreas que dão muito dinheiro, então os caras contratam os "mestres dos ninjas".

  • Rodrigo

    O mercado tem suas leis.

    Há profissionais que preenchem as vagas? Então a culpa não é do recrutador. Nenhuma empresa joga tempo e dinheiro no lixo com anúncios de emprego e movimentos de headhunters para vagas impossíveis, seja pela qualificação exigida seja pelo salário. Se a vaga é para ninjas, é porque os ninjas existem e a empresa quer contratar um deles. Se o valor é baixo, é porque ninjas têm admitido trabalhar por pouco (o que significa, na lei do mercado, excesso de oferta de ninjas em relação às vagas). Simples assim, ao menos desde que inventaram o capitalismo.

    O problema é que muitos "programadores" não sabem fazer nada diferente de implementação ordinária de CRUD seguindo roteirinho de framework e acham que têm que ganhar R$30.000,00. Aí fica difícil. Para quem é *realmente* competente não falta mercado e salário bom.

    • Fred

      A resposta para sua pergunta pelo que percebo nos noticiários é que as vagas não estão sendo preenchidas. Constantemente as empresas reclamam que não tem profissional qualificado e que as vagas ficam abertas um bom tempo e muita das vezes não conseguem preenche-las. Acabam contratando um profissional com "pouca qualificação" e o treinam. Posso estar equivocado, mas quando vejo uma notícia a respeito do mercado de TI é esta visão que eles me passam. Acho que o ponto problemático hoje não seja só o salário. Não acho que a quantidade de exigências sejam muitas, o problema é que são exageradas que às vezes eu acho que quem as publica não tem muita noção das atribuições do cargo. Muitas vezes cobra-se conhecimentos avançados em muita coisa ao mesmo tempo. Já estou nesta área desde 1999 e acho que para atingir estas exigências o cara tem que praticamente viver em função dos estudos, deixando lazer, família e outras diversões de lado. Ou seja, um “ninja da TI”. Ai se entrarmos no quesito salário piora. Por que se a pessoa consegue chegar num nível de domínio avançado em N tecnologias ao mesmo tempo, ele teve que abdicar de um monte de coisas, então tem que ser muito bem recompensado financeiramente.

      • Rodrigo

        Concordo em grande parte. Mas volto às regras de mercado. Conheço uma quantidade enorme de programadores. Os que são realmente bons estão ganhando bem – alguns acima de 7 dígitos – e, se saírem do emprego, arrumam outro em 24 horas. Mas muitos – muitos mesmo – são mais "configuradores" de framework que programadores em sentido estrito. Esses têm mais dificuldade. Infelizmente, a qualidade do ensino no Brasil é muito ruim, e isso vale para todas as áreas. Em TI a coisa é ainda pior porque as tecnologias e boas práticas mudam muito rapidamente. Então, assim como um médico ou advogado, ou o cara se mantém atualizado ou, em pouco tempo, está fora do mercado especializado. É duro, é triste, mas é o que é. Saber arrastar componente com mouse, editar arquivo de configuração ou compilar "Hello, World!" não salvam ninguém. E os caras muitas vezes saem no curso superior com pouco mais que isso.

        Quanto ao dinheiro, a regra capitalista é a da mais valia. Se o seu trabalho gera muito dinheiro para quem te paga, é provável que seu posto valha muito dinheiro (já que outros vão estar dispostos a pagar muito para tê-lo). Do contrário…

        • Fred

          Acho que você quis dizer cinco dígitos, não? Sete dígitos chegamos na casa dos milhões. Entendo assim: meu salário tem 4 dígitos, entre 3500 e 4500. Bom, de qualquer forma estou satisfeito com meu salário e não é esta a questão. Concordo com você de que o cara especializado não fica sem emprego e ganha bem. No geral existem mais empregos que precisam de conhecimentos básicos e/ou intermediário e mesmo assim são divulgados errados. O problema é que os recrutadores não reconhecem que a oportunidade que estão divulgando precisa no máximo de conhecimentos intermediários, porém ao anunciar a vaga pedem conhecimento e experiência avançados. Esta é questão. Por isto comentei que o final da história seria: “Quando o motorista foi contratado, percebeu que bastava ele saber andar de velotrol que estava tudo certo!”. Então, por isto acho que tem vaga sobrando e não tem gente para preenchê-las. Pelo menos é a visão da empresa. Quem está do outro lado, o profissional, vê claramente que o problema do não preenchimento das vagas é o exagero nas exigências e quem tem muita mão de obra que pode ocupar aquelas vagas. O salário é outra questão e realmente vai depender do mercado. Quanto à formação, como você mesmo disse o mercado é dinâmico, então a universidade não tem condições de atender este dinamismo. O principal na universidade é a formação teórica que vai te dar base para atingir diversos objetivos profissionais. Se pensarmos por outro lado, a universidade teria que dedicar ao ensino técnico e abandonar a ênfase na teoria. Não é este o papel dela, para isto existem ensinos mais técnicos. Imagina começar o curso superior e um ou dois anos após o que você aprendeu de uma tecnologia não tem tanta relevância. O último ano do curso vai ser o único que terá valor para você. Já a teoria permanece imutável por muito mais tempo. Por exemplo, conceitos de orientação a objetos, modelo de dados, estrutura de dados, padrões de projetos e diversos outros conceitos de engenharia de software. O papel da universidade é ensinar estes conceitos teóricos com ênfase.

          Pensando assim uma vaga para programador Junior na linguagem Java deveria ser divulgada assim: Conhecimentos em orientação a objetos, padrões de objetos, estrutura de dados (especificar qual ou quais se for o caso), modelos de dados, métodos ágeis (se a empresa trabalha com isto), UML, consulta em banco de dados usando SQL, linguagem Java. etc (e outros conhecimentos teóricos necessários ao cargo). Desejável experiência nas ferramentas Eclipse (ou outra IDE que a empresa usar), Oracle (ou SQL Server), Enteprise Architect, etc. Formação superior em Ciência da Computação, ou Sistemas de informação, ou Engenharia da comutação ou área correlacionada.

          Mas na realidade a vaga vai ser divulgada assim para este mesmo cargo Junior: Conhecimentos avançados e experiência em Java, Eclipse, Oracle, Enteprise Architect, etc. Desejável certificação Java e Oracle. E costumam colocar algumas outras exigências que não precisa para o cargo. Formação superior em Ciência da Computação, ou Sistemas de informação, ou Engenharia da comutação ou área correlacionada. (um paradoxo este último quesito, pois o papel principal da universidade é teoria e não atendimento ao mercado. Para isto existem cursos mais técnicos).

  • Fred

    Querem um ninja. Hoje consegui chegar numa empresa boa, sem muito stress e ocm um salário melhor, mas já fiquei muito indignado e ainda fico com certas oportunidades de empregos. Este post do motorista retrata muito bem como é a exigência na nossa área.

    Acrescento uma observação ao texto. O final dessa história poderia ser: "Quando o motorista foi contratado, percebeu que bastava ele saber andar de velotrol que estava tudo certo!"

  • Daniel

    Eheheheheh
    Isso eh pra parte de infraestrutura tbm, atualmente estou desempregado e estou passando por isso, querem certificados microsoft, faculdade, certificados cisco, VM entre outros, pra vc ganhar R$1300,00

  • danilo

    As exigencias sao ridiculas mesmo, mas tem tambem muita gente sem experiencia querendo ganhar salarios absurdos, num nivel que inviabiliza projeto.

    • Kel

      Fato!!! kkkk
      Adorei o post e as críticas feitas. Acho muita vaga de empregos e estágios, porém com exigências acima da realidade. Como querem um estagiário (que na maioria ta começando a faculdade ou no 3º periodo ou coisa parecida) com todas essas qualificações, experiências, exigências….?? Enfim, é complicado né!!!

  • carlos

    Ainda bem q nao sou programador mais isso é coisa de iniciante ou recem formado. Quem já tem experiencia é analista, projetista ou arquiteto de software. tambem pode ser administrador de redes ou de bancos de dados. programador mesmo, escovador de bits é profissão cada vez mais em extinção pois trás pouco beneficio ao negócio.
    Hoje em dia analista de negócio já sabe como implementar as regras em ferramentas especificas…
    atualizem-se mais e leiam sobre BPM e SOA.

    • Marcelo

      Tá certo, fudidão.
      A verdade é que as pessoas da área de TI esquecem suas origens: quando vão para os cargos de gerência se esquecem do quanto reclamaram dos salários que ganhavam e passam a explorar cada vez mais os funcionários. Cenário comum!

      • carlos

        falei alguma mentira? tem tanta coisa pra o cara ir além de programação quem fica preso nisso a vida inteira é porque é acomodado. pra que alguem faz curso superior? pra ficar ali preso codificando a vida toda? alias isso cada dia mais esta acabando.

        • Luiz

          Carlos
          Desculpe mas conheço caras, muito bons por sinal, que são programadores por opção, e ganham muito bem por isso (provavelmente mais que você aliás) então acho que rotular alguém que só programa (o que é difícil hoje em dia, já que o programador precisa saber de outras disciplinas, tais como Banco de Dados, Redes, etc) como acomodado. Pensamento pequeno o seu achar que somente o seu trabalho e que é valorizado.

        • Carlos

          Você está vendo apenas em uma direção o sentido das coisas, BPM ajuda a enxergar o negócio, mas dizer que substitui piamente o serviço de um programador, claro que você reduziu a escovador de bits, e convenhamos o termo programador é implícito para qualquer um que trabalha com TI, os melhores profissionais que estão no topo um dia já foi um ótimo programador, veja o caso de Anders Hejlsberg, o cara teve tanto prestígio de ter ajudado a desenvolver o Delphi da extinta Borland e em seguida ser contratado a peso de ouro pela Microsoft para alavancar o .NET, o seu cargo é mais fácil sumir do que o tradicional desenvolvedor, se os seus prazos não forem cumpridos quem o seu chefe vai demitir primeiro, trate com desdem o seu pessoal e vai ver quão rápido vai rodar.

        • @lbatroz

          É isso aí: Quem não tem cão, caça com gato!

          Quem tem olho grande, não entra na China!

          Quem muito escolhe, acaba na mão!

          Moral da história: De tanto exigirem, acabam ficando mesmo com essa molecada que trabalha por qualquer merreca, só para entrar no mercado, e isso nivela nossos salários para baixo. Lastimável!!!

  • Marco

    Caro Fernando,

    Parabéns pela sua iniciativa e já publiquei no facebook, pois concordo contigo e me revolta ouvir na TV e rádio falando que existem milhares de vagas para TI e o que falta é capacitação técnica. MENTIRA!!!!! Sou especialista em AIX, ITIL e COBIT. Sou Gestor de TI de uma fábrica com 25 anos de experiência de trabalho em TI e mesmo assim não consigo me enquadrar nos anúncios de vagas!!!!Será que não sou capacitado tecnicamente?

    • Deivid Ranson

      Marco, provavelmente você é pouco capacitado. Se sobrou pra você ser gestor, é pq não manja muito da parte técnica e sobrou a parte pessoal/administrativa.

      • Eduardo Costa - Dime

        Independente da capacitação do profissional (técnica ou administrativa) há anuncio de vagas que procuram profissionais super-qualificados. É esta visão que o Marco demonstra no seu comentário acima. É difícil preencher qualquer vaga dessa uma vez que o mercado procura pessoas especialista (e com experiência) mas exigem currículos um tanto generalista.

        Abraços

      • Marco

        Deivid, clareando um pouco para você, não sobrou para mim esta "parte", pois na realidade busquei por ela. Foquei minha carreira não somente na parte técnica, mas também na liderança e gestão. Outrossim, posso te afirmar que manjo muito da parte técnica também, como afirmei no meu primeiro comentário! Não me tornei especialista em AIX, fazendo cursos e sim praticando e vivenciando este mundo UNIX. Realmente, não sou e nem quero ser excelente em programação ou desenvolvimento, para ser muito franco contigo, parei de programar em 1995, quando, por opção, passei a dedicar e focar minha carreira em administração e suporte UNIX, bem como na liderança de equipes de suporte. Depois de vários anos, o que é normal, passei a ser coordenador e atualmente gestor.
        Bem, espero que você seja excelente na parte técnica, porque é a mais fácil e se nem nesta você conseguir se firmar, I am so sorry about that!!!!

        • Fernando

          Marco, nao se de o trabalho de responder ao comentario desse Deivid Ranson. Nao passa de um trollzinho aleatorio.

          Seu comentario foi excelente. Falta hoje em dia recrutadores qualificados para entender quais são os requerimentos de uma vaga disponivel e explicar claramente as "exigencias" de um anuncio.

    • carlos

      Voce tá certo fernando, programador é pra iniciante. COntinue assim e voce vai longe, só que voce precisa ter carreira fixa em empresas, entrar hoje e nao sair em muitos anos.

    • Marim

      Esses dias vi uma balela nova na Exame. Estão dizendo que o profissional de TI é imediatista, quer ganhar um salario alto e nao pensa em construir carreira na empresa. O que ninguém fala é que o profissional de TI age assim porque já sacou faz tempo que as promoessas de evolução de carreira não passam de papo furado e quem não negociar um bom salário inicial vai ganhar pouco forever.