O futuro dos empregos 3


futuro

O professor e escritor Thomas Malone diz: o emprego fixo vai ser substituído por ocupações temporárias.

Thomas mostra como a internet transformou o emprego tradicional, proporcionando aos profissionais maior flexibilidade e liberdade para escolher os rumos de suas carreiras.

Em entrevista para a revista Você S/A Thomas fala mais sobre o assunto, leia a matéria na integra.

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Sobre Eduardo Costa

De Campinas-SP, bacharel em Sistema de Informação pela Anhanguera Educacional e pós graduado no curso de MBA em Gestão de Projetos e Metodologia do Ensino Superior. Atualmente trabalha como arquiteto e desenvolvedor Java em empresa de desenvolvimento de software de suporte a tomada de decisão, além de ministrar aulas de Orientação a Objeto, Linguagem Java e XML. Já atuou como líder técnico, coordenador de produto e analista de negócios.

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3 pensamentos em “O futuro dos empregos

  • Marco Antonio

    hoje tenho 51 anos e sou funcionario publico em campinas!

    desenhava muito bem aos 13 anos e era muito bom em uma gama de esportes! devido a necessidades em casa e formato de mercado de trabalho, entrei no Senai de stº André aos 14 anos para Torneiro Ferramenteiro! apo´s uma recessão em 1982, abandonei maua – cidade do ABC paulista aos 18 anos após terminar de servir na policia do exercito de caçapava 12° pelotao PE…para morar em 3 pensões em campinas,(1 ano em cada uma) deixando minha familia, amigos e cidade para trás! novamente por situação de mercado, acabei entrando na prefeitura de campinas! fui guarda, Desenhista, Projetista, Arte Finalista, Fiscal, Tecnico em organização e metodos, e hoje trabalho com softwares tecnicos como mapinfo, corel draw, autocad 2010, adobe photoshp, informatica de implantação e manutenção, e isto, ja fazia antes de terminar minha faculdade de Tecnologia em analise e Desenvolvimento de Sistemas na fac4 de campinas em junho do ano passado!

    conclusão: GANHAVA MUITO MAIS COMO TORNEIRO FERRAMENTEIRO, CHEGUEI A SER ENCARREGADO, DAVA PARA GUARDAR DINHEIRO, MAS, AS FIRMAS FECHAVAM UMA APÓS A OUTRA, E O DINHEIRO QUE EU GUARDAVA COM TANTO SUOR DE HORAS EXTRAS E TRABALHO DURO…IA EMBORA! VEJO HOJE QUE NUNCA CHEGARIA A LUGAR ALGUNS NESSES MOLDES CIGANOS DE EXISTENCIALISMO PROFISSIONAL, AO QUE APOS FIRMAR EM UM LUGAR, (funcionalismo publico)MESMO GANHANDO UM POUCO MENOS, TENHO TUDO QUE TENHO HOJE, SEM SER OBRIGADO A MUDAR DE CIDADE CONSTANTEMENTE, MORAR EM PENSÃO, DEIXAR FAMILIA, AMIGOS, E TUDO EDIFICADO, SEM SABER COMO SERÁ O DIA DE AMANHÃ!

    tenho muita disposição a mudanças ainda, e confesso que não gostaria de me aposentar na Prefeitura. sinto que posso fazer algo muito mais importante e especial…mas QUE EU GOSTE MUITO…aí a gente vai tentando…uma hora encaixa…espero ter contribuido de alguma forma para o conteúdo dessa exelente materia.

    • Eduardo Costa - Dime

      Ótimo depoimento Sr. Marco, obrigado por compartilhar conosco sua experiência de vida.

      Esta cada vez mais comum entre as empresas (principalmente de tecnologia) se respaldarem da enorme carga tributária de um funcionário CLT para preferir a contratação dos mesmos funcionários porem como prestadores de serviço (chamados de PJ – Pessoa Jurídica). Talvez essa seja a grade diferença da rotatividade de funcionário hoje com a de 10 ou 15 anos atrás.

      O que precisamos esperar para ver é: Uma vez sendo o funcionário responsável por pagar todos seus impostos para trabalhar (sem ainda mencionar o Imposto de Renda que já abocanha uma grande parte de nosso suor) este deve receber relativamente mais e ter seu trabalho ainda mais valorizado. Se isso não acontecer, a rotatividade do funcionário em trocar de emprego ou trabalhar em mais de um passa a não ser uma mera opção e sim uma maneira de aumentar sua renda para sobreviver, pois sendo mal remunerado e ainda pagando os devidos impostos para trabalhar só lhe resta trabalhar ainda mais.