Eu robô, Tu robô, Ele robô


Rose Jetson

Tenho acompanhado nos últimos dias um documentário no canal Discovery que vem apontando as novidades que teremos no futuro. E a que mais me fascina é a possibilidade de termos robôs entre nós. Sem muito esforço encontramos diversos sites de notícias com os seguintes títulos: Robô doméstico busca cerveja gelada ou Robôs de reabilitação reinventam a fisioterapia ou ainda Robô japonês mostra habilidade na faxina. Está cada vez mais claro que não demorará muito para termos um desses em nossas casas. Lavando, passando, limpando, fazendo as atividades domésticas que fazemos hoje, nos deixando com mais tempo livre para nos dedicarmos a família, ao trabalho ou descanso.

A tecnologia está evoluindo muito rápido e os algoritmos de inteligência artificial estão cada vez mais exatos, fazendo com que até os mais céticos ao verem uma dessas máquinas em ação fiquem espantados. Há muito ainda o que conversar sobre esse assunto nos próximos anos. Temas como a substituição do trabalhador pelos robôs deixando milhares de desempregados, questões sociais como crianças e idosos sendo cuidados por eles ou ainda até a nossa sobrevivência como raça se por ventura essas máquinas adquirissem inteligência evolutiva e resolvessem entrar em conflito com a raça inferior, no caso, a nossa. Parece loucura mas é o que vemos em filmes como Exterminador do Futuro e Matrix.

T2 - Terminator

Hoje, se estamos em uma fazenda e uma vaca vem perto da gente mugindo logo pensamos: Você só fornece leite e carna pra mim, o que você está querendo hein? Saí pra lá. Como seríamos tratados caso os robôs evoluam de forma a se sentirem ou realmente se tornarem superiores a nossa espécie? É difícil imaginar. Creio que estaríamos assinando nossa extinção se não formos inteligentes o suficiente para colocarmos alguma trava ou mecanismo de controle para que tal fato não ocorra. E não estou falando das famosas três leis da robótica criadas por Isaac Asimov que falam o seguinte: 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal. 2ª lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei. 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis. Basta um super computador dando ordens a eles e pronto, as três leis caem por terra. Alguém ai lembrou da Skynet?

Independente de qual rumo a robótica siga, existe um que não me agrada muito: a aparência dessas máquinas com pessoas. Não gosto da ideia de daqui a alguns anos, parar na rua para pedir uma informação sem saber se é uma pessoa ou uma máquina que está interagindo comigo. Pra mim, robô tem que ter aparência de robô. Quanto mais humano ele se parece, mas eu repudio a ideia. É como se o meu instinto me dissesse que tem alguma coisa tentando tomar o meu lugar no mundo. Quando George Lucas filmou Star Wars ele deve ter percebido isso.

R2D2 e C3PO

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Sobre Fernando Fonte

De Campinas-SP, bacharel em Ciência da Computação. Atua como Analista Programador em uma empresa de tecnologia. Tem experiência no desenvolvendo de softwares para comunicação e controle de hadware via porta serial e sistemas ERP. Possui conhecimento em sistemas operacionais Windows, programação Delphi e Visual Basic 6 e Banco de Dados SQL Server e MySQL. Atualmente estuda C# e Android. Tem interesse em Jogos, Celulares, Smartphones, Notebooks e tudo que for relacionado a tecnologia. Fundador deste site e editor chefe, convidou amigos para lhe ajudar com este projeto.

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